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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Christmas Wishlist '16


Num abrir e piscar de olhos, a minha época favorita do ano está de volta. É Natal! Vá, ainda falta um bocadinho, mas não consigo conter o entusiasmo. Como não sou nenhum Grinch, elaborei uma pequena lista com algumas coisas que adorava receber no sapatinho.

Como expliquei no ano passado, não sou nada difícil de agradar. Ofereçam-me um álbum de música, um DVD de um filme ou série e fico com um sorriso de orelha a orelha. É verdade que poderia escolher 1001 artigos dentro deste universo, mas optei pelas minhas últimas obsessões, kinda. Se um mero onesie não é prova suficiente do quão fácil é escolher uma prenda para mim, então não sei o que vos dizer. 

#1 & #2 - Dois dos meus álbuns favoritos do ano: "Lemonade" da Beyoncé (€17,99 AQUI) e "Freetown Sound" dos Blood Orange (€13,99 AQUI).

#3 - DVD 1ª Temporada de "Stranger Things". I mean, é preciso explicar? 

#4 & #5 - "Mad Max" (€8 AQUI) e "Brooklyn" (€10 AQUI), dois filmes que ocuparam as primeiras posições na minha lista de melhores de 2015.

#6 - Se vocês soubessem o que eu já corri à procura da porcaria de um onesie minimamente decente — se bem que o valor deste (€46,67 AQUIé absurdo. Os únicos que encontro são ridículos. Não me incomodam "bonecos" mas se vir mais um minion à frente cometo um crime.

#7 - Nunca fui de ligar a ténis mas este ano ganhei uma fixação enorme pelos Superstar Originals da Adidas. A única coisa que me impediu de os comprar, em várias ocasiões, é o preço. Podia, mas dói-me só de imaginar-me a gastar €99,95 (AQUI) num par de sapatos.

#8 - Box Set da série "Friends" (€59.99 AQUI). De longe a minha série favorita de todos os tempos. Era capaz de ver os episódios vezes sem conta, tal não é o meu amor por aquelas personagens. Como sei que as hipóteses de a receber são nulas, um dia ainda hei de comprá-la. 


Já sabem o que gostavam de receber este ano? 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Sound the Alarm ⤫ Álbuns a ouvir #26



1. The Weeknd  Starboy

O novo queridinho do Pop/R&B mainstream, The Weeknd, lançou oficialmente o terceiro disco de estúdio da sua carreira, Starboy. Ainda a colher frutos de hits como "Can't Feel My Face", o artista canadense não só estreou-se em nº1 no top de discos da Billboard, como conseguiu o feito histórico de ter o recheio das 18 canções a marcarem presença no top 100. Não sou fã da voz dele, confesso, mas tenho que lhe tirar o chapéu com esta conquista.

A sequência de abertura, "Starboy", "Party Monter" e "False Alarm" é forte e musicalmente cativante. Infelizmente, o que se segue é uma sucessão de melodias recicladas, sem sal ou identidade, que nos deixam confusos sobre qual a verdadeira intenção do cantor. Não me interpretem mal, o álbum não é mau. A colaboração com os Daft Punk na faixa título e na igualmente brilhante, "I Feel It Coming" –uma espécie de irmã mais lenta da "Get Lucky" – é uma mais-valia. O problema é que quando colocamos todas as músicas numa balança, o resultado podia ser muito melhor.


2. Childish Gambino  Awaken, My Love!

O Donald Glover é o homem dos sete ofícios: actor, guinista, humorista, músico e rapper, se bem que a opinião sobre as habilidades desta última profissão é polarizadora. O alter-ego musical, mais conhecido por Childish Gambino, acaba de lançar o segundo álbum, Awaken, My Love! e o resultado é... surpreendente. Assim que a primeira faixa começa a tocar e ouvimos a sua voz soar na brilhante "Me and Your Mama", torna-se claro que estamos perante um disco muito diferente. Bem-vindos ao retro-funk-futurista. 

A produção do álbum está soberba, conseguindo a proeza de personificar a, igualmente perfeita, fotografia de capa. É tão bizarra que não consigo desviar o olhar. A complexidade e elegância das 11 faixas é de tal modo poderosa que poderia muito bem pertencer à banda sonora de uma longa-metragem de qualidade. O sucesso deste trabalho não é por acaso. A estrela da série Atlanta demonstrou o seu conhecimento da histórico-musical ao inspirar-se em nomes como Prince, Sly & The Family Stone, e claro, os Parliament-Funkadelic. Esta é a prova viva de como não se devem realizar listas dos melhores do ano antes do tempo. Um forte candidato ao top 10.


3. John Legend  Darkness and Light

Foram precisos seis álbuns para o John Legend sair, finalmente, da sua zona de conforto e arriscar algo mais ambicioso. Em Darkness and Light, o cantor norte-americano, fundiu os lados artístico e político e o veredicto é francamente positivo. Prova disso é a letra de "Penthouse Floor", a melhor canção deste trabalho, onde Legend questiona: "All this trouble in this here town/All this shit going down/When will they focus on this?/Streets fired up with the TV crews/Look, Ma, we on the news!/But they didn’t notice before this."

Dono de uma das melhores vozes soul da actualidade, John pode não ter lançado o álbum do ano, mas reuniu uma forte e coesa colecção de músicas com substância. Baladas ou animadas, a mensagem é sempre importante e nunca genérica. Em suma, Darkness and Light é uma carta de amor sobre encontrar felicidade em alturas mais negras.


4. Justice  Woman

Após um hiatus de cinco anos, os Justice estão de volta com o terceiro álbum de estúdio, Woman. É impressão minha ou alguém tentou beber da mesma fonte dos Daft Punk e engasgou-se? Vá, estou a ser mauzinho. Ainda que menos inovadoras – uma vez que seguem a mesma fórmula do hit-single "D.A.N.C.E." que os catapultou para o sucesso em 2007 –, as faixas "Safe and Sound" e "Stop" são claramente a melhor parte desta produção um tanto ao quanto caótica. As melodias não oferecem nada de novo, os solos de guitarra não surtem efeito e até os vocais parecem apagados. Call me old fashioned mas demasiado barulho sem sentido incomoda-me o ouvido. Ena, até rimei.

OUTROS ÁLBUNS A OUVIR (AQUI)

Já ouviram algum dos quatro álbuns? Qual é o vosso favorito?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

MOVIE LOUNGE ⤫ FANTASTIC BEASTS (2O16)


Só eu sei o quanto me dói contribuir para a maré exaustiva de publicações sobre este filme mas, vamos lá. 

Fantastic Beats and Where to Find Them marca o regresso tão aguardado do mundo mágico criado por J. K. Rowling, que se estreia como guionista nesta produção realizada por David Yates. Com a difícil tarefa de manter a fasquia elevada da saga Harry Potter, foi com um certo cepticismo que entrei na sala de cinema. Assim que as luzes se apagaram e ao longe começou a ecoar a intro que ouvi pela primeira vez há 15 anos atrás, fui consumido por um sentimento de nostalgia enorme que me fez lançar um omg sorrateiro.


Terminada a melodia, o espectador é "forçado" a encarar a realidade: não estamos em Hogwarts. Com tons mais sombrios, a acção desta longa-metragem desenrola-se na cidade de Nova Iorque, na década de 1920, onde uma guerra civil entre feiticeiros e "No-Majs" (apelido absurdo que os americanos dão aos "nossos" Muggles) pode estar prestes a rebentar.


É neste contexto que conhecemos um novo herói, Newt Scamander (Eddie Redmayne), um "magizóologo" britânico que viaja até à big apple acompanhado de uma mala cheia de criaturas fantásticas. E são, de facto, fantásticas: não só por cada um ter a sua própria personalidade, como pelos efeitos visuais francamente cativantes que tornam a sua presença o mais realista dentro do possível. Aqui entre nós, fiquei completamente derretido com o Niffler e o Demiguise. 

Em contraste com o mundo fantástico dos monstros que habitam a mala de Newt, encontramos Percival Graves (Collin Farrel) e Grindelwald (Johnny Depp). Sem querer revelar spoilers, a suposta "reviravolta" era tão óbvia que não contive um revirar de olhos quando se concretizou.


Em relação ao elenco, há que destacar o desempenho extremamente competente de Ezra Miller (Clarence) e a dupla Dan Fogler (Jacob Kowaslki) e Alison Sudol (Queenie Goldstein), os dois parceiros de Newt e Tina (Katherine Waterson), na busca dos monstros que fugiram da mala do feiticeiro inglês.


Ainda que visualmente apelativo, se nos abstrairmos de laços emocionais, este primeiro capítulo de cinco, deixou um pouco a desejar. A narrativa não arrisca muito, adoptando uma abordagem superficial da imensidão que este universo tem para oferecer. São deixadas coisas por explicar e existem demasiadas referências  algumas quase forçadas  da história a serem exploradas de uma só vez. Conclusão, por vezes consegue tornar-se um pouco confuso. Divertido, mas confuso.


Fantastic Beasts and Where to Find Them pode não ser o filme do ano, mas é um aperitivo suficientemente interessante para nos fazer pedir o prato principal. Até lá, resta-me esperar impacientemente pelos próximos filmes que ainda estão para vir.

Classificação IMDb: 7.8/10
Classificação Ghostly Walker: 7/10


Pergunta desnecessária mas, já viram o filme? Adoraram ou podia ter sido melhor?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

5 coisas a mudar no blogspot


Se há algo que me tem feito espécie é o facto de não ter visto ninguém pronunciar-se sobre o último update do blogspot. Pode ter-me passado ao lado mas, não me parece. Serei o único a odiar o resultado final? 

Aproveitando esta calamidade virtual, resolvi elaborar uma pequena lista com 5 das várias coisas a alterar nesta plataforma.

#1. Notificação de novos comentários
O imbecil que pensou que era boa ideia retirar a notificação de novos comentários deveria ser despedido. A sério, como é que é possível tamanha estupidez? Graças a esta alteração, das duas uma: ou nos esquecemos de verificar se recebemos feedback ou estamos constantemente a ir ao separador para ter a certeza que não chegou nada. Gosto de coisas práticas e isto é completamente desnecessário.

#2. Lista de leitura
Talvez o update mais grave é a omissão da lista de leitura na página principal. Contrariamente ao que muitos pensam, "ser blogger" não é simplesmente escrever conteúdo. Igualmente importante é visitar, ler e participar nos posts de outros utilizadores. Caso contrário, what's the point? Considero ridículo terem colocado este separador lá no fundo da página, como se não interessasse para nada. 

#3. Recuperar comentários apagados
Por falta de atenção ou simples erro, infelizmente já cometi o crime de apagar comentários por engano. Não há nada mais frustrante que seleccionar um conjunto considerável de comments e por causa de um esticão imaginário no braço, clicamos em "apagar" em vez de "publicar". Ugh! Não entendo como é que ainda não adicionaram a opção de confirmar se é mesmo aquilo que queremos fazer.

#4. Identificar as fontes de tráfego
Uma das coisas que mais me diverte é descobrir que pesquisas algumas pessoas fazem para virem dar ao meu blog. Por entre algumas estapafúrdias, podemos encontrar pérolas como "acompanhante de luxo" ou "locoid para as virilhas". Não, não estou a brincar. O único senão é que se as frases forem muito longas, ficam cortadas e não existe maneira de as conseguirmos ler. Por exemplo, tenho aqui uma que é, e passo a citar, "alguma vez alguma pessoa viu o pa...". Como sei que surgiram em Dezembro do ano passado, calculo que se estejam a referir ao Pai Natal, mas de qualquer forma, deveria ser possível conseguirmos ler tudo. Nem que seja pelo factor cómico.

#5. Actualizar visualizações de posts
Não sei se é um erro só meu mas as minhas views na página dos posts vs. página das estatísticas nunca bateram certo. A única coisa positiva que aconteceu com este update foi ter aproximado mais o valor das visualizações nos dois separadores. No entanto, continuam diferentes. Tenho consciência que não é um problema terrível, mas gostava de poder ter o acesso real ao tráfego do blog, e identificar de forma rápida as publicações mais populares como qualquer outra pessoa.


Gostam do novo update? Mudavam alguma coisa? Temos pontos em comum?

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

MUSIC ⤫ NOV'16 Playlist


É impressão minha ou as ofertas do mundo do entretenimento melhoram drasticamente nos últimos meses do ano? A sétima arte é perita nisso, tendo o costume de deixar os melhores filmes para último, de modo a ficarem "fresquinhos" para os Óscares em Fevereiro. É cada vez mais evidente que a indústria musical aplica o mesmo modelo.

Neste campo, Novembro foi um mês fantástico. The XX, o meu grupo favorito, voltou com a viciante "On Hold", muito à la Jamie XX, assim como as BLΛƆKPIИK e os singles "Playing With Fire" e "Stay". Após conquistarem o meu coração em Agosto, a vontade de ter um álbum completo do quarteto coreano aumentou ainda mais. 

Ainda na secção comeback, versão veteranas, tivemos Shakira ("Chantaje"), Fergie ("Life Goes On"), Charli XCX ("After the After Party") e Britney Spears ("Slumber Party"). Graças à voz da Anne Marie e sonoridade tropical, rendi-me, por fim, aos Clean Bandit e a hipnotizante "Rockabye", fiquei perplexo com a qualidade vocal/musical da irmã mais nova da Miley, a Noah Cyrus, que junto do Labrinth proporcionou-nos uma das melhores e mais originais canções do ano, "Make Me (Cry)".

Destaco ainda, "So Good", o primeiro single oficial da Louisa Johnson, vencedora da última edição do X Factor UK, "I Got You" da Bebe Rexha aka olhos de carneiro mal-morto, e a "Rude", resultado da parceria certeira entre o Dillstone e a Lili N. Se forem fãs de batidas mais dançantes, dêem uma vista de olhos pela "Be Real" da finlandesa Krista Siegfrids.

Como sempre, por muito que tente, não consigo fugir ao pop. Sem preconceitos, desde que nos soe bem, as labels são meros detalhes sem importância. Quem sabe se não descobrem nesta playlist uma música que vos deixe completamente viciados?

Para não perderem nenhuma actualização e, possivelmente, conhecerem músicas novas, já sabem, sigam a página do Ghostly Walker no Spotify!


Conheciam todas as canções? Que músicas têm ouvido ultimamente?

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